As gêmeas siamesas Heloísa e Helena, de 2 anos, que nasceram unidas pela cabeça (craniópagas), morreram no sábado (15 de agosto de 2026) durante a quinta e última cirurgia de separação no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP). O procedimento definitivo de alta complexidade durou cerca de 15 horas, mas as irmãs não resistiram.
O desfecho gerou profunda comoção na equipe de saúde e nos familiares, que lutavam pela qualidade de vida das meninas desde o nascimento delas, em São José dos Campos (SP).
A Homenagem do Enfermeiro
• Esforço máximo: Allison Roberto da Silva, enfermeiro e gestor do bloco cirúrgico, desabafou nas redes sociais afirmando que “tudo o que a ciência conhece foi feito”.
• Trabalho impecável: O profissional destacou que todo o processo foi conduzido sem falhas, mas pontuou que a medicina não tem controle sobre todas as variáveis biológicas.
• Orgulho da equipe: Ele prestou solidariedade à família e elogiou a dedicação dos mais de 50 profissionais envolvidos.
A Longa Jornada das Gêmeas
O plano de tratamento foi iniciado ainda em 2024 e dividido em etapas para dar mais seguranç